junho 14, 2005

Do teatro da direita de revista

E do desaparecimento de Álvaro Cunhal, saúda-se uma certa verticalidade às direitas, sempre igual a si própria. Camaleónica a acompanhar a maçadora história, que se reinventa em revistas. Que também saem à rua, é verdade. Os combates políticos decisivos, esses, travou-os quem foi capaz de o fazer. Pela liberdade e frente ao Dr. Cunhal. Os de papel vão-se travando por assinatura, com números atrasados.