Cimento armado
É indiscutível. As telenovelas portuguesas são humor pós-moderno. Sendo certo que argumentam um universo queque, com linguagem queque, interpretado por actores queques, semi-queques e quem-me-dera-ser-queque, há limites que desafiam os sonhos da realização humana.
Pedro Lima, o Steven Seagal da expressividade lusitana, com o perfil artístico de quem pede Cutty Sark's na baía de Cascais, a fazer de homem das obras?! Homem das obras?! E de corpo branquinho de tanto trabalhar ao sol?!
Imaginemos o único Lima, frente a um kit-cimento, à sombra, naturalmente, olhando compenetrado uma folha de instruções, dizendo repetidamente:
- Eu consigo fazer isto, eu consigo fazer isto.
Post Scriptum: o autor reconhece que o calor e o ócio podem distorcer seriamente a noção da realidade...
Pedro Lima, o Steven Seagal da expressividade lusitana, com o perfil artístico de quem pede Cutty Sark's na baía de Cascais, a fazer de homem das obras?! Homem das obras?! E de corpo branquinho de tanto trabalhar ao sol?!
Imaginemos o único Lima, frente a um kit-cimento, à sombra, naturalmente, olhando compenetrado uma folha de instruções, dizendo repetidamente:
- Eu consigo fazer isto, eu consigo fazer isto.
Post Scriptum: o autor reconhece que o calor e o ócio podem distorcer seriamente a noção da realidade...

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